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Sábado, 16/12/2017
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Caindo na Real - Você Aproveitou as Oportunidades


Fim de ano aí na porta, e mais do que as festas, alguns tomam essa época pra refletir sobre o que tem feito. Os mais jovens talvez menos... Pra alguns deles, o natal ainda pode ser uma época mágica de sonho e fantasia com férias, passeios e luzes incomuns ao resto do ano.

Pra quase todos nós dos 30 em diante, até menos, sobra essa sensação de... Será? Pensando, uma vez ou outra, se fizemos realmente certo quando dissemos não pra aquilo e sim pra isso. Se soubemos lidar de fato com as dificuldades que apareceram e se as consequências obtidas, hoje poderiam ter sido evitadas ou ampliadas.

É tão difícil responder... Quem dera tivéssemos a capa do Dr. Estranho que nos puxasse pro caminho certo quando estivéssemos pra escolher o errado! kkk Claro, às vezes, não dá pra fazer só aquilo que desejamos e isso também é bom, pois há situações onde caminho certo surge dos imprevistos e das respostas inesperadas, o famoso acidente de percurso no encontro aos males que vem pra bem.

Mas e quando nos pegamos com aquelas memórias que quase mostram o quão teimoso e imaturo fomos ao recusar oportunidades que pareciam pequenas e difíceis demais na época, porém que teriam levado a um patamar tão longe do que você se encontra agora.

Um cara joga os mesmos números na loteria durante dias, meses, anos... Um dia, por esquecimento ou frustração ele deixa de jogar e nesse fatídico dia seus números são sorteados. Ele deve se matar por isso? Claro que não, é apenas um exemplo real de tantos outros que acontecem todos os dias e que as pessoas precisam superar e seguir em frente, pois não há como adivinhar o futuro.

Fazemos nossas escolhas baseados naquilo que temos no momento, às vezes pode parecer maravilhosa e ser uma porcaria, outras vezes ter aspecto horrível e depois dar certo. O fato é que ninguém sabe o dia de amanhã, só pareceu ser a melhor opção a ser tomada no momento.

O que não podemos deixar é que ótimas oportunidades, vistas tão claramente, vão embora por medo ou preguiça de ser algo mais. E se mesmo assim o "cavalo selado passar" e você não montá-lo, não adianta viver com a frustração. Não se deixe transformar em alguém amargo que remói o passado enquanto o presente passa em branco e também se transforma num passado ocioso.

Infelizmente, você só tem o presente pra contar como efetivo, então o melhor é engolir e esquecer, na pior das hipóteses, superar e conviver, pelo menos foi escolha sua e de mais ninguém. O que resta aos trintinhas, sessentinhas e agora centenários é fazer o melhor que possa ser feito hoje, indo em busca de um caminho que retorne pra rodovia principal ou o mais próximo dela.

Confesso que estou louca pra chegar a Rota 2018!



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Postado por Blog de Camila Oliveira Santos
16/12/2017 às 15h28

 
Ilustrado

Aladim
lustra
sua lâmpada

As palavras,
o pensamento

As nuvens
lustram
o céu
empanado

Meus olhos,
a
escuridão

Os passos
em busca
dos
caminhos
encantados,
basicamente
lustram o
chão

Assim como
as
asas
lustram os
ventos
e,
corpos
aos céus
são lançados...

A memória
lustra o
tempo

Os sonhos
lustram
o espelho
da alma

.............

O
lustro
é o
lastro
da


O lustro
é
o carinho
ou, o
capricho
de
u'a
obsessão

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Postado por Metáforas do Zé
16/12/2017 às 12h04

 
Fascínio cotidiano

Sou aquele que eu queria ser,
Não demasiadamente brando,
Nem exageradamente árduo,
Para entender o compreensível.
Atingir o mediano é um desafio,
Para quem busca uma meta.
Procurar a verdade concreta
É missão quase impossível,
Ainda que usando da dialética.
Não é fácil ser um mediano!
Tentei, tento e tentarei novo plano.
As dificuldades me seduzem,
A gana pelo saber e o compreender
São fascínio do meu cotidiano.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
14/12/2017 às 17h22

 
O que sei do tempo III

Em meio à voragem da solitude,
erguem-se hastes da paixão renovada
emaranhando o que se quer
e o que não se quer de volta.

Perdi algumas colheitas.
Perdi algumas sementes.
Inúmeras datas.

Revisito as flores que me despertam
o passado. Nos recortes das lembranças
entreguei ao jardineiro os cuidados
do semear.

Eu me encontro ao burilar
direções dos ventos.
Eu me encontro ao imaginar
novos caules na aragem
das tardes insondáveis.

Imaginar o curso das perdas
evoca-me a dádiva do possível.
Então, ao leito do sono, desfaço-me
das roupas do visitante.

E me ponho a plantar o zelo
das horas passageiras.


(Do livro Nada mais que isto. São Paulo: Scortecci)

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Postado por Blog da Mirian
9/12/2017 às 10h50

 
Primeiro ato

Um dia quem há de saber,
Talvez eu te procure,
Para dizer-te da minha sensatez,
Na qual me vesti
E da qual te despistes
Dizes involuntária, talvez.
Por trás do tempo
Há uma cortina invisível,
Que se desprende a cada ato.
A insensatez te desnuda,
Mostrando o inverso de tu’alma,
Divagando no palco da vida,
E no show do tempo,
A quem achas enganar.
O cortinado não veda nada,
Ao tempo tudo é transparente,
O som é antônimo ao silêncio,
A espera é sensata,
Mas nunca será a etapa derradeira.

Rio, 07/12/2017

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
7/12/2017 às 20h42

 
Pssica e a Amazônia de Edyr Augusto




Uma coluna da Folha de São Paulo noticiou que o livro do paraense Edyr Augusto, Pssica (2015), virará filme, produzido pela O2 Filmes, de Fernando Meirelles. A realização ocorrerá, em Belém, em 2018. É uma grande notícia que traz, finalmente, para a “literatura da Amazônia” (a expressão é de Benedito Nunes) e brasileira, uma nova possibilidade de se voltar para essa escrita contemporaneamente regional e estilisticamente cosmopolita.

Seus romances foram traduzidos para o inglês e francês. Casa de caba, de 2004, foi editado em inglês como Hornet’s nest, pela Aflame books e em francês, com o título de Nid de vipères, pela Asphalte, 2015. Também publicados por essa editora foram Os Éguas (1998) e Moscow (2001), em um único volume (Belém et Moscow, 2015) e, neste ano, Pssica.


Reprodução


Seu primeiro romance, Os Éguas, já demonstrava claramente a que linha essa literatura seguiria. A representação da região e, principalmente, da capital Belém do Pará é completamente diferente de um regionalismo unicamente edificante, entoado pelos mais variados discursos. Belém, através de um investigador de polícia, surge em toda sua decadência moral e material. É corrupta, violenta, aterrorizadora.

Esse livro completará 20 anos no ano feliz que virá, mas ele, que já representava a cidade em permanente queda, talvez não pudesse imaginar que vaticinava apenas uma parte da decadência que viria.

Seus demais romances, e o livro de contos Um sol para cada um (2008), seguem a mesma trajetória. É sempre o caráter pulsional, pusilânime e putrefato a dominar o indivíduo comum, socialites, “homens de família”, políticos, ladrões de beira de rio, jovens afortunados, policiais, jornalistas e traficantes.

Não tenha, por isso, caro leitor, receio de ler; é violento, mas não é – abram alguns jornais e liguem em alguns canais de Tv – abjeto. Mas, desse mundo cão, o escritor não mostra apenas o cadáver, mas a realidade, que ele descreve em decomposição.

Pssica é um exemplo desse estilo. As tramas do livro não procuram ser explicadas por nenhuma tese sociologizante, nenhuma análise psicologizante, ou por um manual literário. Talvez, por isso, sua literatura foi há muito tempo ignorada pela análise acadêmica. Seu primeiro romance, de quase duas décadas, só ganhou uma apreciação da academia em 2011.


Reprodução


Mas isso, talvez, não queira dizer muita coisa. O presente costuma ser ignorado, quando nele apenas olhamos com os atrofiados olhos do passado – do passado de uma cidade, de uma região.

É na cidade que, em Pssica, a trama começa, com o rapto de Janalice, Jana. Ela é um dos personagens que atravessam a urbe e os rios como se, permanentemente, o barqueiro da morte, os conduzissem. Tráfico, prostituição, bandidos masoquistas, políticos pulhas e pessoas tentando se salvar.

É a região e suas águas, e não mais apenas Belém, que se tornam o cenário predominante desse livro. Essa violência no interior da Amazônia, e especialmente do Pará, em nada, como se sabe, é apenas uma ficção.

Nessa obra de Augusto, as paisagens (Belém, Marajó, Caiena) não parecem iguais somente pela decadência material que as ergue, mas pela semelhança espiritual de desolação desespero e decrepitude que a tudo, casas, moradores e forasteiros, habita.

Nessa escrita não-linear, de frases curtas, com gírias e termos regionais (algumas das principais características de seus romances), o tom detetivesco lembra os romances policiais e o estilo noir, elevando sua literatura – não apenas por isso – a um outro nível, mas, também, porque esse estilo retira parte da imagem ornamentada que estrangeiros e habitantes têm sobre o lugar.

Esqueçam o que leram e ouviram falar sobre a barbárie do interior regional, sobre piratas, ratos d’água e sobre turistas “perdidos”. É Pssicaa melhor representação, a melhor mímesis, dessa realidade.

O que os meios institucionalizados não descrevem, talvez caiba à literatura realizar. Os verdadeiros perdidos são os que nessas terras habitam, desterrados. É sobre eles, nessa obra, que parece pespegado um mal augúrio inescapável. Nesse mundo, as belas fotos, para quem é fotografado, nem sempre representam o paraíso.

Que a literatura de Augusto seja lida e vista. Mas lembremos que, na Amazônia, nas linhas do escritor paraense, como em Pssica, não há filtros que alterem a realidade.


Texto publicado em O Liberal, 07 de dezembro 2017, p. 02. E em: Relivaldo Pinho

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Postado por Relivaldo Pinho
7/12/2017 às 17h13

 
UM VENTO ERRANTE

Provindo de remotas mortas eras,

um vento errante veio vindo veloz

varrendo os tempos

e desfolhou as árvores com fúria,

parecendo trazer uma mensagem:

“ O que já foi será

e para sempre se repetirá.”

Folhas caídas encobriam as ruas,

os tetos, as calçadas,

as árvores nuas pareciam espectros,

vergadas em seus troncos sob o vento,

e o passaredo com terror calara.

As gentes se esconderam em suas casas,

ouvindo os estilhaços das vidraças,

coisas voando loucas sem ter asas.


Subitamente então passou o vento.

A paisagem foi-se aos poucos recompondo:

era o Futuro, um pesadelo escuro,

que trouxe o medo, trancado em seu segredo.

O que será, o que virá agora?, se perguntavam

mudos, sem articular qualquer palavra.

Um pesadelo que viveram em sonho

ou a verdade oculta do que somos?

Essa verdade, então, se esvanecera,

desfeita pelo sol do amanhecer.

Aquele dia jamais se apagaria,

sabiam todos, sim, todos sabiam

— e se fecharam sem nada dizer...

Ayrton Pereira da Silva



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Postado por Impressões Digitais
3/12/2017 às 17h59

 
Voamos Juntos

Bem longe se vai o tempo,
Que me fez cuidar de alguém,
Quando ainda pequeninos,
Eram meus filhos, pois bem,
Hoje todos bem crescidos,
Buscam seus rumos na vida.

Foi bom podermos cuidar,
Quando eles precisavam,
De alguém para amá-los,
E seus pais ali estavam,
Sempre prontos a atendê-los,
Sempre de sorrisos vastos.

A estender-lhes os braços,
E então vê-los correr
Meio trôpegas as perninhas,
Corriam em direção,
A quem dava-lhes segurança
E estendia-lhes as mãos,
Muito amor e esperança,
Aconchego e compreensão.

Nós passamos pelo tempo,
Cá no futuro chegamos,
Onde estão os meninos?
Sobre seus sonhos voando,
Cá embaixo nós ficamos,
Vibrando e vendo-os voar.

A cada voo vão longe,
Sem pressa para voltar,
Voem alto, muito alto,
Mas não esqueçam esse chão,
Quanto a nós os seus parceiros,
Até o minuto derradeiro,
Voaremos dando as mãos.

Rio, 04/10/2009

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
2/12/2017 às 12h16

 
Evolução, revolução e regressão

É do cansaço da matéria,
Que o espírito se expande,
Vêm a coragem e a força,
Não se sabe bem de onde,
O homem se angustia,
Perdido na imensidão
De um mundo sem fronteira,
De um sonho ou ilusão
E de horas fugidias.

O homem de muito além,
Provem do homem.
O que é mal dele não vem.
Dizem as vans filosofias
Provindas de há muito tempo,
Tempo que o homem nascia,
Provido a muito talento,
Fincou pé na sabedoria,
Procurando descobrir
O que há por trás da alma,
Desvendar o ressurgir
Do confuso à harmonia.

Brota no homem o sorriso,
E dele vem a maldade,
Ficando o homem indeciso.

Por não reter galhardia,
Andou pela contramão,
Viveu na obscuridade,
Mas pôs fogo ao lampião,
Acendeu as lamparinas,
Transpirou-se em saber,
Permitiu-se a criador,
Sapiente, homem e ser,
Ao desnudar das cortinas.

De certo a sabedoria vem,
O homem necessita aprender,
Na vida fazer o bem.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
2/12/2017 às 10h53

 
Medo do futuro?

Eu tenho medo sim, muito medo de ver meu pais, o Brasil, derrotado por corruptos e corruptores.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2017 às 10h04

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