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Quarta-feira, 18/4/2018
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O Eixo

Doar-
se
para
que
não
lhe
doa

a
consciência
a
almacoração

Exaurindo-
que
o
sabonete
limpa
os
corpo
e
deixa
exalar
seu
perfume

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Postado por Metáforas do Zé
18/4/2018 às 22h41

 
Desenhos a lápis na poesia de Oleg Almeida

Poeta, ensaísta, tradutor, graduado em Letras, pós-graduado em Administração Financeira, Oleg Andréev Almeida nasceu na Bielorrússia em 1971 e reside no Brasil desde 2005. Entre os escritos de Oleg Almeida destacam-se os seguintes livros de poesias: Memórias dum hiperbóreo (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008), Quarta-feira de cinzas e outros poemas (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2011), Antologia cosmopolita (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013) e Desenhos a lápis (São Paulo: Scortecci, 2018). Seus dois primeiros livros foram objeto dos meus estudos no ensaio denominado Carnavalização e ironia na arte poética de Oleg Almeida .

Posto que as quatro publicações se diversifiquem do ponto de vista temático e formal, a poética de Oleg Almeida apresenta unidade estilística e semântica e certo acordo imagístico de cunho recorrente e iterativo definindo uma poética do espaço. Se nos três primeiros livros há uma apreensão do espaço habitado, percorrido e imaginado pelo poeta ao enfocar diferenças entre a vida na Europa e na América, em Desenhos a lápis ─ que ora chega ao público neste ano de 2018 ─ Oleg reúne um conjunto de poemas que tangenciam fatos e vicissitudes da existência do homem no mundo contemporâneo nas cercanias da cidade de São Paulo.

A propósito do título do livro, Desenhos a lápis, lembremos que a arte de desenhar circunscreve pontos e toda sorte de traços finos, largos e intermediários, que podem surgir mais fortes ou mais leves, bem como ─ pela expansão e adição de riscos de várias espessuras e tamanhos deslizando entre superfícies e lugares de intensa profundeza ─ permite ao artista a criação de áreas e contrastes de luz e sombra. E, assim, ao registrar os meandros paulistanos, Oleg desenha palavras e imagens que ganham qualidades dos traços poéticos do desenhista.

Nesse desenho da cidade, o poeta insere espécie de hachuras em sfumato ao delinear nas entrelinhas certos contornos que assinalam o andamento do “mercado” no mundo da globalização. Em algumas cenas vistas em perspectiva, podemos identificar certas cores que deixam transparecer diferenças afetas ao chão do andarilho e aos passos do habitante. Diferenças entre os Jardins e outros bairros. Diferenças entre forças que impõem demarcações e fronteiras, em oposição a lugares abertos. Diferenças que marcam a opulência e a pobreza características dos planos inseridos na urbe contemporânea.

Ao realizar desenho plural, Oleg vivencia o burburinho e as lacunas da vida em diferentes circunstâncias. Nas malhas desse desenho, o leitor é convidado pelo poeta a visitar ruas, avenidas, prédios, lojas, praças, bairros e a respirar e transpirar junto a pessoas que percorrem e habitam São Paulo. Revelando percepção do sutil, o poeta sente cheiros, observa minúcias nos grafites, apreende simbolismos na ambiência dos bares, desloca-se nos meios de transporte e, em detalhes, observa cenas, trilhas, vielas e fatos que não se mostram às claras nos espaços da metrópole. No percurso pela cidade, ele sente mudanças climáticas e desenha a suavidade da garoa e a força do vento e do aguaceiro. E não faltou a esse álbum de imagens a visão amorosa da paisagem, onde Oleg riscou sinuoso desenho do voo dos pombos na Praça da Sé, trazendo-lhe a memória do pai:

(...)
E cada vez que os vejo,
pássaros cheios de força e teimosia,
parece-me de repente
que o espírito de meu pai
continua vivo num deles.

Nos poemas reunidos em Desenhos a lápis, mostra-se pulsante a delicadeza do riscar fundo ─ na pele e nas vísceras da urbe ─ um mapa afetivo, por vezes, dolorido, diante das diferenças visíveis. Indo às causas que garatujam tantos contrastes, o poeta utiliza um esgrafito da palavra ─ usada como estilete ─ para mostrar camadas de cores soturnas escondidas no subsolo da cidade. Desse modo, indo às grandes diferenças sociais e financeiras que se localizam no subterrâneo do supermercado, ganha destaque o apelo esperançoso a tonalizar a fala poética:

(...)
Vem cá, compadre,
sapeca-me rápido um quilo de compaixão
e um litro de amizade!

Posto que visitante e andarilho de uma espécie de Babel dos dias de hoje – e assim o são todas as metrópoles ─, o poeta em vários momentos recorre ao memorável lirismo dos trovadores para musicar mimosos desenhos que dedica à mulher amada, ao feitio das cantigas medievais:

Quando tu dormes assim, de lado,
a mão direita contra meu peito
e a esquerda entre os teus joelhos,
quando um suave alento te escapa,
(...) .

Observe-se que, do ponto de vista estilístico, os conflitos e contrastes urbanos ─ aos ofícios do lápis desenhando a vida e suas lacunas ─ transportam-se aos versos por meio de tensões semânticas e ideativas, que se ressaltam por meio de seleção vocabular perfeita e adequada aos versos, aos poemas e às imagens em visitação ao cotidiano de São Paulo.

Em Desenhos a lápis, os lugares indicam reminiscências e expectativas atreladas à errância da linguagem entrelaçando o dizer e o existir. Para isso, atenta e ousada, por vezes coloquial, a linguagem funda lugares em que, de modo acentuado, se opõem áreas e atos de exclusão e acolhimento. Então, a poesia surge como expectativa à espera do leitor de imagens:

Sessenta e cinco desenhos a lápis,
bem simples,
quase sumários ...
(...) .

Oleg desenhou esses poemas como quem escreve na alma sentimentos e impressões do mundo onde nos deslocamos a esmo sem conhecer direções exatas. Nesse álbum de desenhos, ele reúne mitos antigos e atuais, ao receber das musas o dom poético e ao seguir a errância do grafite em esquiva da barbárie contemporânea.

Volto então à Praça da Sé. Desdizendo a neutralidade dos destinos e medidas apontados pelo Marco zero, os pombos voam em todas as direções. Eis que na metrópole os pássaros sobrevivem. E conseguem lutar:

Os pombos da Praça da Sé
buscam suas migalhas
e lutam pelo espaço
com o profeta que vocifera na frente da catedral,
(...) .

Grande é a cidade. Imenso, o mundo. E a poesia, viageira das muitas possibilidades, acompanha o voo dos pombos na Praça da Sé. E, junto ao poeta, segue em frente, desenhando no chão o próximo verso.

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Postado por Blog da Mirian
13/4/2018 às 09h58

 
Eloquência

Verbo
Alado

Calado
Ao

Elo
Quente

Da
Palavra

.................

Eis
A
Língua
Solta

Em
Ventania

Brinca
Contigo


Fonia

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Postado por Metáforas do Zé
12/4/2018 às 11h11

 
Cenas do bar - Vladimir, o solteiro.

- Que cara é essa, Vladimir?

- Sua prima me deixou.

- Sério? Juro que pensei que vocês estavam bem.

- Pois é, eu também.

- Você andou aprontando?

- É...fico meio besta na hora do sexo.

- Ah, por favor, não venha me falar disso, eu tenho consideração pela Ana, minha prima, quase irmã.

- Não quer mesmo saber?

- Bom...Menos os detalhes mais picantes.

- Então, eu sou um cretino. Na hora h, falei o nome da Jussara.

- Puta que pariu, Vladimir!

- Cara, ela ficou muito puta.

- Com razão, né? Porra, Vladimir!

- Eu acho que...

- Ah, vai me dizer novamente que não consegue esquecer a Jussara.

- É...Tá difícil.

- Cara, pobrezinha da Ana, vou ligar pra ela mais tarde.

- Peça desculpas por mim.

- Nem pensar.

- Tá bom, tá bom, deixa pra lá.

- Mas e as outras? Não entendo como não deu certo com a Patrícia.

- Tinha bafo.

- Oi?

- É...acordava azeda, dava bom dia e o mundo apodrecia.

- Mas todo mundo acorda de bafo.

- Sim, mas não com a Eliza Samúdio escapando pela língua...

- Tá, tá. Mas e a Sandra?

- Masoquista.

- Como é?

- Na hora h ela falava: me bate.

- E você batia?

- Não, claro que não, você sabe, um de la Mancha jamais bate em uma mulher.

- E o que você fez?

- Larguei ué. Uma pena, estava quase gostando dela.

- Cara, talvez ela queria só uns tapinhas na bunda.

- Não mesmo. Ela me olhava com ódio....

- Tá, mas e a Jurema?

- Colocava o cotovelo na mesa.

- Só isso?

- E palitava os dentes.

- Só?

- Prendia os palitos nos dentes, ficava igual um vampiro, parecia o Temer, compreende?

- Ok, entendi. E aquela morena, a Sueli?

- Ah, nem me fale daquela guria.

- Porquê?

- Aquela desgraçada nunca esqueceu o ex-marido.

- Uai, mas você também não esquece da Jussara...

- Tá, tá, mas eu sou eu. E ela queria me transformar nele. Vivia falando "o Valter é isso, o Valter é aquilo, o pinto do Valter não entorta..."

- Tá bom, chega, já entendi.

- Cara, solidão é foda...Não conhece mais alguém pra me apresentar?

- Ah, me erra. Sinceramente, acho que você devia falar com a Jurema, confessar o erro, pedir desculpas, tentar uma volta.

- Não vai dar, ela está praticamente casada com o Arlindo.

- Aquele baixinho que trabalhava com ela na repartição?

- Ele mesmo. Estão juntos desde logo que nos separamos.

- Cara, mas aquele bicho deve ter bafo.

- Com certeza, deve acordar com gosto de merda na boca.

- Já viu ele jogando truco? Grita feito um porco. Imagina o escândalo que deve fazer na hora do sexo?

- Pois é, e limpa os dentes com fio dental, fica passando aquela porra de um lado pro outro, uma imundície.

- Porra, Jussara é corajosa.

- É sim...Mas acho que ela fala meu nome na hora H.

- Será?

- Tenho quase certeza.

- E o Arlindo deixa?

- Mete porrada nela, mas parece que ela gosta, vai entender.

- Situação difícil a sua, Vladimir.

- Pois é, Jussara sempre compreendeu o mundo melhor que eu.

- Saideira?

- Pede chope, o meu sem espuma.

- Agora me lembrei de uma amiga de infância, a Lúcia está solteira...

- Manda o zape, tô topando qualquer coisa.

- Com essa tem tudo pra dar certo.

- Porquê?

- Ela é surda...



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Postado por Blog de ANDRÉ LUIZ ALVEZ
12/4/2018 às 10h19

 
Deu na primeira página...

Vedaram-
lhe
os
olhos
com
a
tarja
preta
do
tempo

acusando
seu
atempo
de
irresponsável

criando-
se
o
limite
entre
o
adulto
e o
desnecessário.

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Postado por Metáforas do Zé
11/4/2018 às 10h08

 
Palavra vício

A
palavra
não
é
amuleto

Amuleto
é
sonho
in
vitro

Palavra
é
semente

Esquece
a
palavra
que
ela
se
frutifica

Lustra
a
palavra
que
ela
se
desgasta

por
incrível
que
pareça
ela
perde
o
brilho

Como
as
cores
de
u'a
aquarela

arranja
as
palavras
que
elas
se
comunicam

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Postado por Metáforas do Zé
10/4/2018 às 17h37

 
Premissas para reflexão

Quando se planta o fanatismo acima de uma ideologia, ponderar será tão somente um ato falho

Quase sempre, o indivíduo só percebe que o calçado é desconfortável, quando o pé começa a doer.

A trajetória de um homem deve ser pautada pela ética até o fim, sem ela, enganador será esse percurso.

Feitosa dos Santos

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
10/4/2018 às 16h44

 
Sem troco

Despir-se
do
medo
do
desejo

é
o
mesmo
que
perder
o
medo
do
silêncio

Desejo
e
silêncio

faces
da
mesma
moeda

Intransponíveis
porém
absorventes

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Postado por Metáforas do Zé
10/4/2018 à 00h10

 
Libertarias

Seria
u'a
espécie
de
balcão
de
liberdades?

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Postado por Metáforas do Zé
9/4/2018 às 13h05

 
A mandioca e o canário da terra

De uma
Fábula
Indescritível:

O Canto
São
Raízes
Aéreas

Aos
4 ventos,
em
4 cantos

E, a
Escrita,
Raízes
Subterrâneas,

Que
Por
Seu turno
Trabalham
Em
Silêncio...

Durma-se
Com
Um
Barulho
Desses

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Postado por Metáforas do Zé
9/4/2018 às 12h56

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